NOVELA DA GLOBO TERÁ ATRIZ DE PIRENÓPOLIS

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NOVELA DA GLOBO TERÁ ATRIZ DE PIRENOPÓLIS

Isabela Godinho, de 23 anos, será parceira de cena de atores globais na próxima novela das sete, “Pega Pega”.

Filha de pirenopolinos, Isabela Godinho sempre levou uma vida discreta, mesmo após dar os primeiros passos na moda, desfiles e interpretações. Com o convite para participar de uma novela na maior emissora do país, a Globo, foi a vez de fazer também sua primeira capa. Em ensaio exclusivo, a modelo posou para a VIU? e encheu de charme as páginas da nossa primeira edição de 2017.

Em conversa com nossa equipe, Isabela falou de sua trajetória até chegar à TV, das oportunidades, das dificuldades encontradas e dos apoiadores que acreditaram e apostaram no seu talento. A atriz abriu o coração e comentou a emoção do seu primeiro papel.

A nova novela das sete, Pega Pega, escrita por Cláudia Solto e com direção artística de Luiz Henrique Rios, traz como trama uma comédia romântica policial, com estreia prevista para junho deste ano. A novela gira em torno de um roubo milionário ao Carioca Palace, e propõe uma reflexão sobre a relação de todos com o dinheiro.

Isabela fará o papel de uma policial que, junto com os atores Marcos Veras (Domênico) e Vanessa Giácomo (Antônia), tentará desvendar o crime e fazer justiça. A atriz pirenopolina participou de uma série de encontros, preparações e aulas especiais para compor o papel, e atualmente está praticando tiro. “Tenho buscado por conta própria experiência nas delegacias, para entender a rotina do lugar e conhecer a realidade do policial civil”, relata. Diferente de sua personagem, a bela exala frescor e jovialidade, sempre com um lindo sorriso no rosto e o jeito descontraído de garota do interior. Acompanhe a íntegra da entrevista:

VIU? – Como foi que tudo começou?

Quando tinha 12 anos, entrei na Agência Mega Models, em Goiânia. Participava de desfiles e trabalhos com moda. Em 2012, participei de um grupo que organizou uma viagem ao Rio de Janeiro para conhecer a cidade e principalmente ir ao Projac. Tivemos o apoio do olheiro e produtor Léo Niklevis, responsável por me projetar aqui no Rio. Logo que cheguei me apaixonei por tudo; olhava com encantamento cada detalhe. Uma semana depois voltei para Goiás, em junho de 2012, e em setembro do mesmo ano já me mudei para o Rio.

VIU? – Como foi o apoio de sua família? Como ocorreu sua mudança para o Rio de Janeiro?

Minha família sempre incentivou e todos apoiaram. Tive pessoas que apostaram em mim, com apoio financeiro, como o Odair, do Restaurante Dona Cida, os ex-prefeitos de Pirenópolis, Nivaldo Melo e Rogério Figueiredo, o empresário e vereador Paulo Daiam e a Maristela, da pousada Villa do Comendador.

VIU? – Quais foram suas maiores dificuldades?

Quando cheguei ao Rio de Janeiro, tive um susto, um impacto. Os primeiros meses foram de adaptações, como me acostumar à distância dos lugares; como tudo é longe, aprendi que precisava sair sempre com duas horas de antecedência. Passavam mil coisas na minha cabeça, menos desistir. Abri mão de ficar com minha família em busca de um sonho; o primeiro passo foi sair de casa, e então com persistência venho mantendo o foco.

VIU? – Como foram as primeiras experiências de trabalho?

Fiz cursos de interpretação. Trabalhei na recepção do Teatro Net Rio e lá, como tem peças toda semana, tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas do meio. O primeiro passo foi me cadastrar na Globo; preenchi formulários e apresentei a carteira de formação de ator, e esperei ser convidada por algum produtor de elenco que estivesse à procura de um perfil em que me encaixasse. Depois trabalhei no salão de Celso Kamura, o  cabeleireiro dos famosos.

VIU? – Como foi o convite para esta novela? Teve de passar por testes?

Fui convidada para fazer a novela pelo produtor de elenco Fábio Zambrone. Ele tinha meu videobook, então não precisei passar por teste, sendo aprovada pelo vídeo, que é um monólogo.

VIU? – Conta como foi seu primeiro dia de gravação.

Nossa… No primeiro dia fiquei muito emocionada; segurei o choro, e pensava: “Tudo tão distante da minha realidade…”. Para os outros atores, normal, mas para mim aquele momento foi único, e aí a ficha caiu e vi que era verdade.

VIU? – Como Pirenópolis surge nas rodas de conversa no Rio?

Em todo lugar que vou as pessoas escutam meu sotaque e o jeito de falar e me perguntam de onde sou. Quando falo que sou de Pirenópolis é outra história, pois as pessoas já conhecem ou já ouviram falar. Perguntam sobre as cachoeiras, sobre a comida… É muito bom ser de um lugar que é reconhecido.

VIU? – Quando está em Pirenópolis, o que você gosta de fazer?

Quando chego a Piri, a primeira coisa, depois de encontrar com minha família, é ir para as cachoeiras repor as energias. Amo as águas cristalinas e geladas da Araras, Abade, Lázaro e Meia Lua, mas são tantas, que todas as vezes que vou, me permito conhecer mais alguma. Gosto muito de me reunir os amigos em casa e preparar comidinhas, mas não deixo de comer a maravilhosa e tradicional comida goiana do Restaurante Dona Cida. Adoro ir para à praça do Coreto, apreciar o artesanato e as peças em prata e a Rua Rui Barbosa com suas lojinhas. Também nunca deixo de curtir o forró da Feira de Quintal.

VIU? – Como tem se preparado?

Tenho os pés no chão. Preciso me preparar. Sempre precisamos estudar, pois nunca estamos cem por cento. Tem o nervosismo, a insegurança, a responsabilidade, e tudo é muito grande. Sei que preciso manter a essência, não preciso mentir; acredito que a humildade nos leva a grandes caminhos.

VIU? – O que você diria para os jovens que se inspiram em sua história?

Recomendo que acreditem nos sonhos. Pirenópolis precisa apoiar sempre, incentivar. Muitas vezes o que mais a gente precisa é de alguém que acredite em nós, que reconheça o talento. Às vezes me questionava se daria certo e as pessoas, sem saber, me faziam acreditar que era capaz. Recebemos tantos “nãos” e, ao longo do caminho, a gente descobre que valores como paciência, humildade e trabalho são essenciais para a vida toda.

Viu? – Alguma mensagem para o povo de Pirenópolis e família?

Sou uma pessoa extremamente feliz e grata a todo o povo de Pirenópolis. São pessoas que levo para a vida toda, como os amigos e a família. Agradeço a todos que sempre me incentivaram, pela força de Pirenópolis, pelas mensagens… Sou grata de coração pela energia que os pirenopolinos me dão. E claro, agradecer a oportunidade que a VIU? me proporcionou; faz uma imensa diferença ser capa de uma revista que tem o Planalto Central como foco e é um dos maiores divulgadores da minha cidade.

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